Patronagem

MARCO AURÉLIO DA SILVA SILVEIRA
Patrão

JERRI ADRIANO DE OLIVEIRA GONÇALVES
Capataz

CARLA ZANETTI
1° Agregado das Pilchas

FERNANDA LOPES DOS SANTOS
2° Agregado das Pilchas

CARLA ROSANE CHAVES RODRIGUES
1° Agregado das Guaiacas

SOLANGE LACERDA DA SILVEIRA
2° Agregado das Guaiacas

Conselho de Vaqueanos Nato

HEITOR ALVES DO NASCIMENTO
Ex-Patrão

FIRMO FARIAS DOS SANTOS
Ex-Patrão

EDGAR JOSE FLORES
Ex-Patrão

JOSÉ AUGUSTO PAIM DE MORAES
Ex-Patrão

ANTONIO LEOCÍDIO M. DA SILVA
Ex-Patrão

JERRI ADRIANO GONÇALVES
Ex-Patrão

IARA TEREZINHA MULLER
Ex-Patrão

OLEGAR FERNANDES LOPES
Ex-Patrão

LUIZ CARLOS MACHADO
Ex-Patrão

ANA LÚCIA F. MACHADO
Ex-Patrão

PAULO ROBERTO D. DE VARGAS
Ex-Patrão

História

No dia 20 de setembro de 1992, durante o almoço que a Associação dos Servidores Municipais de Canoas promovia em sua sede social, para os funcionários municipais em comemoração ao dia do gaúcho, que na época não era feriado, nem ponto facultativo, mesmo assim tornou-se tradicional, em todos os dias 20 de setembro, se caísse no domingo, o almoço era feito no sábado, pois na época a prefeitura tinha expediente nos sábados até o meio dia, ou então era feito na segunda-feira.

 No almoço do ano de 1992, a funcionária Márcia Silva Maciel, falou em voz alta durante o almoço, temos que fundar um CTG! E ter mais gente para trabalhar, daqui a pouco temos que bater o ponto e muita gente ainda não almoçou, se existisse um CTG, teria uma patronagem trabalhando, eu que estava bem próximo da Márcia, captei o que ela disse, e como não entendia nada de tradicionalismo, na mesma tarde conversei com o Heitor Nascimento, que já tinha sido patrão do CTG Brasão do Rio Grande, tirei algumas informações e de imediato iniciei o processo de fundação. Criamos uma comissão, eu, o Heitor, o Edgar Flores, a Márcia, o Ademir Neuhaus, Jair Pinto, entre outros, e iniciamos a elaboração do estatuto do futuro CTG, na mesma semana tomamos conhecimento, que como se tratava de um departamento de uma entidade, no caso a ASMC, o que deveria ser fundado era um DTG – Departamento de Tradições Gaúchas, e para tanto, em vez de um estatuto deveríamos elaborar um regimento interno, e usaríamos o CNPJ da Entidade Mãe (ASMC). Tudo se tornou mais fácil, nos reuníamos todas as semanas, elaboramos toda a documentação necessária e marcamos a 1° reunião geral (assembleia), com a comissão e os demais associados para o dia 13 de janeiro de 1993, ali o regimento foi aprovado, foi formada a primeira patronagem, onde queriam que eu fosse o patrão, como não entendia nada de tradicionalismo, convidei o Heitor Nascimento para ser o patrão e ele aceitou, eu fui o capataz. Nessa mesma reunião foi escolhido o nome do DTG, que passou a chamar-se DTG Morada de Guapos, também foi escolhido o lema, que é Cultivando a Tradição com o Rio Grande no Coração.

As pessoas, associados da ASMC, que se fizeram presentes nesse dia passaram a ser os sócios fundadores, assinando a ata de fundação. Na semana seguinte, a documentação foi encaminhada para o MTG, que o acolheu filiando-o, e recebemos a inscrição no MTG, n° 1639/1993, e no dia 13 de janeiro deste ano, o nosso DTG completou 20 anos de fundação.